Detalhes
Sobre a obra
Quando as Cortinas se Fecham é um espelho mágico de advertência sobre fatos sociais e serve de reflexão para diversos assuntos da atualidade. Seja aborto, benefícios do teatro, obras de Luís de Camões, Manoel Bandeira, violência sexual, violência coletiva, linchamento e depressão.
Não importa se via pílula do dia seguinte ou outros métodos de anticoncepcionais utilizados, verdade é que abortos continuam sendo realizados no Paraná e nos demais Estados Brasileiros. Por isto o aborto está aí para ser debatido, assim como a violência coletiva e a liberdade para escolha da opção sexual dos indivíduos.
Este livro mostra que a violência coletiva traduz insatisfação não apenas de um, mas de vários componentes da sociedade. Claro que fica difícil justificar qualquer atitude de violência seja no campo ou na cidade. Quando o ser humano está predisposto praticar a violência e quando sente que tem apoio de outros para isto, sua ação se torna mais fácil pela própria consciência na divisão das responsabilidades que possam advir essa ação. Objetivo é a busca constante da felicidade do ser humano.
Sobre o autor
Carlos Evangelista é Nascido em São Paulo e criado no Paraná, onde atua de repórter em Curitiba, São José dos Pinhais e Região Metropolitana da Capital Paranaense, vê o livro reportagem como alternativa pós modernidade para o jornalismo contraditório e investigativo.
Formado em Comunicação Social e pós graduando em Sociologia Política, pela Universidade Federal do Paraná, sonho do autor de Quando as Cortinas se Fecham é trazer a luz do conhecimento público devaneios em forma de fatos sociais marcantes na vida das pessoas através da literatura. Esta é uma das muitas Pasárgadas Brasileiras por onde o caro leitor vai poder passear. Boa Viagem!

