Detalhes
Sobre o livro
Índio Louro é uma trama que apresenta traços reais e de ficção. Realmente existe um morro com o nome de Botucaraí, que é um ponto turístico da cidade de Candelária, onde viveu um eremita de nome João Maria de Agostini. Este eremita o povo venera como santo. Ao pé do Morro Botucaraí há uma fonte de água que é considerada milagrosa.
Até hoje, na Sexta-Feira Santa, milhares de romeiros, vindos dos locais mais distantes visitam e sobem o morro. Neste dia, os visitantes, além de poderem comprar objetos como lembranças, podem assistir a Santa Missa rezada pelo padre da paróquia local.
Outros fatos, como a procura do ouro, o gado chimarrão e o Exército dos Dragões de Rio Pardo são verdadeiros, como também é verdade que ao pé do morro, às margens da rodovia RS 287 existe uma vila com o nome de Vila Botucaraí. A trama da história e outros personagens são ficção.
Não vai, Heloisa! proporciona ao leitor uma viagem para um típico povoado do interior e retrata os costumes e situações que geralmente fazem parte dessa pequena comunidade. É um lugar onde todos sabem e interferem na vida dos outros, mas que também conserva valores e tradições familiares que, hoje em dia, estão desaparecendo.
Heloisa é uma professora que vai da cidade trabalhar no meio rural, como é costume ainda acontecer no interior do Brasil, onde assume sozinha uma escola e onde também encontra o grande amor de sua vida.
Sobre a autora
Carioca de nascimento, Neide Geraldes Valente está radicada desde a juventude no Rio Grande Sul.
Professora do ensino fundamental por mais de 25 anos, uniu sua capacidade didática e o gosto por contar histórias com a rica cultura popular gaúcha.
Por isso prefere considerar-se mais uma contadora de histórias - hábito que cultiva desde a infância - que uma escritora.
A autora vive no município de Candelária, onde exerce o cargo de Agente Administrativo Auxiliar na Prefeitura Municipal, e já publicou o romance Nunca mais é muito tempo.

